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De como dois paulistas se aventuraram pelas Guianas, e da influênca que isso teve em suas visões da Paulicéia Há uns meses aí, fiz uma viagem. Da primeira parte desta, fiz um post com detalhes ( ei-lo ). Depois disso houve entregas de trabalho, contratempos, eleições e virei pai. Agora volto. Tal viagem faz parte de

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Noutro dia, me peguei me perguntando como era a Av. 23 de Maio antes do cebolinha do Pita.  Eis que, coincidentemente, dias depois, tive a resposta. Graças a um japonês ( tinha que ser ), que publicou um vídeo de um rolê de carro por SP em 1988. O  vídeo, além de refrescar a memória

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Por muito tempo, minha ideia do processo de pintar um quadro era assim: nego está lá, deitado, tomando uísque, e de repente; PIMBA, baixa a inspiração.  Tudo culpa de Roliúde. Hoje sei dos pormenores; das pesquisas, dos infinitos esboços, dos testes de cor, dos becos saída, das coisas feitas da maneira certa que dão errado,

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Viajar é um ótimo jeito de reduzir o fluxo de “problemas ” criados pela nossa mente. Esse tal fluxo é, para mim, o maior stress da vida na cidade grande, muito mais que o trânsito ou todas as violências Datenescas. Adoro resorts com coquetéis coloridos e guarda chuvinhas. Praia não é muito minha praia. Prefiro

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  Parte do meu trabalho no Ilustre Sp é decidir o que desenhar.  Há requisitos. Deve ser algo que: 1)  eu tenha vontade de fazer,  2 ) seja além do ordinário e, desde que decidi pagar as contas com isso, 3) seja relevante à maioria.  Por isso testo as ideias com quem geralmente está ao

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